Josué 20:6
“E habitará na mesma cidade, até que se ponha a juízo perante a congregação, até que morra o sumo sacerdote que houver naqueles dias; então, o homicida voltará e virá à sua cidade e à sua casa, à cidade de onde fugiu.”
Contexto: Josué 20
4E, fugindo para alguma daquelas cidades, pôr-se-á à porta da cidade e proporá as suas palavras perante os ouvidos dos anciãos da tal cidade; então, tomarão consigo na cidade e lhe darão lugar, para que habite com eles.
5E, se o vingador do sangue o seguir, não entregarão na sua mão o homicida; porquanto não feriu a seu próximo com intento e o não aborrecia dantes.
6E habitará na mesma cidade, até que se ponha a juízo perante a congregação, até que morra o sumo sacerdote que houver naqueles dias; então, o homicida voltará e virá à sua cidade e à sua casa, à cidade de onde fugiu.
7Então, apartaram Quedes, na Galileia, na montanha de Neftali, e Siquém, na montanha de Efraim, e Quiriate-Arba (esta é Hebrom), na montanha de Judá.
8E, dalém do Jordão, de Jericó para o oriente, apartaram Bezer, no deserto, na campina da tribo de Rúben, e Ramote, em Gileade, da tribo de Gade; e Golã, em Basan, da tribo de Manassés.
Sobre Josué 20: Cidades de Refúgio

Josué designa cidades de refúgio para aqueles que tenham cometido homicídio involuntariamente.
Comentário
O capítulo 20 de Josué é uma continuação da narrativa do capítulo anterior, no qual Deus ordena a Josué que separe cidades de refúgio para aqueles que cometeram homicídio não intencional. Neste capítulo, Josué segue o comando de Deus e separa seis cidades de refúgio, três de cada lado do Rio Jordão.
As cidades de refúgio tinham o propósito de fornecer um refúgio seguro para aqueles que tinham cometido homicídio não intencional. As cidades deveriam ser um lugar de refúgio para aqueles que mataram alguém sem intenção, para que pudessem ser protegidos da vingança da família da vítima. Isso era uma forma de garantir justiça e proteger os inocentes das consequências de seus atos.